“Marengo”

R$870,00

Desenho em pastel e lápis de cor à base de óleo sobre papel especial alemão de altíssima qualidade, antibolor e isento de ácido, à base de algodão, 170 gramas, 27×25 cm (44×41 cm com moldura), com paspatur (Passe-partout) e proteção integral por vidro antirreflexo. Insumos alemães e franceses. Fixador francês. Moldura em madeira. Certificação de qualidade e procedência, assinada pelo autor. Por F. G. Dillenburg.

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Desenho em pastel e lápis de cor à base de óleo sobre papel especial alemão de altíssima qualidade. Marengo era o cavalo real de batalha de Napoleão Bonaparte. Ele foi importado do Egito para a França, em 1799, com a idade de seis anos. Há muitas discussões sobre sua cor (“de que cor era o cavalo branco de Napoleão?”). Segundo os relatos, embora não fosse um animal de porte grande (media apenas 145 cm), Marengo era confiável e corajoso, atendendo às necessidades de Napoleão em batalha. Ele teria sido ferido oito vezes em combate, e transportou o imperador nas batalhas de Austerlitz, Jena-Auerstedt, Wagram e na derradeira Batalha de Waterloo. Entre os 52 cavalos de Bonaparte, era o preferido, mas foi capturado pelo Barão William Petre na derrota francesa em Waterloo. O cavalo foi levado para o reino Unido, onde foi, então, vendido ao Tenente-Coronel Angerstein (Grenadier Guards). O animal morreu com 38 anos, e seu esqueleto (com exceção de dois cascos) foi preservado no Royal United Services Institute e, atualmente, encontra-se em exposição no National Army Museum, em Chelsea, Londres. A quarta versão da pintura de David mostrando Napoleão dobre os Alpes, realizada em 1803, mostra Marengo em branco-acinzentado, e foi encomendada para o palácio da República Cisalpina, um estado criado por Napoleão no norte da Itália, em 1797. A iniciativa de documentar o feito nos Alpes veio do Rei Carlos IV, da Espanha (país que havia se aliado aos novos governos franceses ainda na época da Revolução), que desejava dispor de uma imagem de Napoleão em uma galeria de pinturas de outros grandes líderes militares, que ficava no Palácio Real de Madri. Napoleão gostou tanto da obra de Davi que pediu várias versões da pintura. Obra em papel antibolor e isento de ácido, à base de algodão, 170 gramas, 27×25 cm (44×41 cm com moldura), com paspatur (Passe-partout) e proteção integral por vidro antirreflexo. Insumos alemães e franceses. Fixador francês. Moldura em madeira. Certificação de qualidade e procedência, assinada pelo autor. Por F. G. Dillenburg.

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Peso 1,5 kg
Dimensões 44 × 51 cm
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